sábado, 19 de novembro de 2016

RELIGIÃO LITURGIA DIÁRIA Dia 19 de Novembro - Sábado

SANTOS ROQUE, AFONSO E JOÃO PRESBÍTEROS E MÁRTIRES (Vermelho, Prefácio Comum dos Mártires – Ofício da Memória)
Antífona de Entrada
Por amor de Cristo, o sangue dos mártires foi derramado na terra. Por isso, sua recompensa é eterna.
Oração do dia
Senhor, que a vossa palavra cresça nas terras onde os vossos mártires a semearam e seja multiplicada em frutos de justiça e de paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Leitura (Apocalipse 11,4-12)
Leitura do livro do Apocalipse de são João.
Disseram a mim: 11 4 “São eles as duas oliveiras e os dois candelabros que se mantêm diante do Senhor da terra.
5 Se alguém lhes quiser causar dano, sairá fogo de suas bocas e devorará os inimigos. Com efeito, se alguém os quiser ferir, cumpre que assim seja morto.
6 Esses homens têm o poder de fechar o céu para que não caia chuva durante os dias de sua profecia; têm poder sobre as águas, para transformá-las em sangue, e de ferir a terra, sempre que quiserem, com toda sorte de flagelos.
7 Mas, depois de terem terminado integralmente o seu testemunho, a Fera que sobe do abismo lhes fará guerra, os vencerá e os matará.
8 Seus cadáveres (jazerão) na rua da grande cidade que se chama espiritualmente Sodoma e Egito (onde o seu Senhor foi crucificado).
9 Muitos dentre os povos, tribos, línguas e nações virão para vê-los por três dias e meio, e não permitirão que sejam sepultados.
10 Os habitantes da terra alegrar-se-ão por causa deles, felicitar-se-ão mutuamente e mandarão presentes uns aos outros, porque esses dois profetas tinham sido seu tormento”.
11 Mas, depois de três dias e meio, um sopro de vida, vindo de Deus, os penetrou. Puseram-se de pé e grande terror caiu sobre aqueles que os viam.
12 Ouviram uma forte voz do céu que dizia: “Subi aqui!” Subiram então para o céu numa nuvem, enquanto os seus inimigos os olhavam.
Palavra do Senhor.
Salmo Responsorial 143/144
Bendito seja o Senhor, meu rochedo! 

Bendito seja o Senhor, meu rochedo,
que adestrou minhas mãos para a luta,
e os meus dedos treinou para a guerra!

Ele é meu amor, meu refúgio,
libertador, fortaleza e abrigo;
é meu escudo: é nele que espero,
ele submete as nações a meus pés.

Um canto novo, meu Deus, vou cantar-vos,
nas dez cordas da harpa louvar-vos,
a vós que dais a vitória aos reis
e salvais vosso servo Davi.
Evangelho (Lucas 20,27-40)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Jesus Cristo salvador destruiu o mal e a morte; fez brilhar pelo evangelho a luz e a vida imperecíveis (2Tm 1,10).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
Naquele tempo, 20 27 alguns saduceus - que negam a ressurreição - aproximaram-se de Jesus e perguntaram-lhe:
28 "Mestre, Moisés prescreveu-nos: Se alguém morrer e deixar mulher, mas não deixar filhos, case-se com ela o irmão dele, e dê descendência a seu irmão.
29 Ora, havia sete irmãos, o primeiro dos quais tomou uma mulher, mas morreu sem filhos.
30 Casou-se com ela o segundo, mas também ele morreu sem filhos.
31 Casou-se depois com ela o terceiro. E assim sucessivamente todos os sete, que morreram sem deixar filhos.
32 Por fim, morreu também a mulher.
33 Na ressurreição, de qual deles será a mulher? Porque os sete a tiveram por mulher".
34 Jesus respondeu: "Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento,
35 mas os que serão julgados dignos do século futuro e da ressurreição dos mortos não terão mulher nem marido.
36 Eles jamais poderão morrer, porque são iguais aos anjos e são filhos de Deus, porque são ressuscitados.
37 Por outra parte, que os mortos hão de ressuscitar é o que Moisés revelou na passagem da sarça ardente, chamando ao Senhor: Deus de Abraão, Deus de Isaac, Deus de Jacó .
38 Ora, Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos; porque todos vivem para ele".
39 Alguns dos escribas disseram, então: "Mestre, falaste bem".
40 E já não se atreviam a fazer-lhe pergunta alguma.
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
QUESTÃO MAL COLOCADA
             A questão levantada pelos saduceus visava fazer Jesus passar por tolo. Eles pensavam enredá-lo numa pergunta impossível de ser respondida e, assim, acusá-lo de pregar uma doutrina sem fundamento. Com isso, queriam desautorizá-lo como Mestre.
            Os saduceus formavam a casta sacerdotal de Jerusalém. Controlavam as atividades do templo, especialmente a enorme circulação de dinheiro, e o comércio. Aliaram-se aos dominadores romanos como forma de garantir seus benesses. Quanto à moral, eram relaxados; quanto à religião, conservadores. Aceitavam como divinos e inspirados apenas a Torá, os cinco primeiros livros da Bíblia. A história matrimonial que forjaram baseava-se na chamada Lei do Levirato, prescrita pelo Deuteronômio.
            Para acompanhar a resposta de Jesus, seus interlocutores deveriam refletir, tendo como referencial um esquema teológico ao qual não estavam acostumados. Deviam superar a idéia de que a procriação humana continua no Céu, onde as pessoas vivem numa felicidade perfeita, sem as vicissitudes humanas. Deviam ler com mais atenção a parte da Bíblia à qual estavam apegados e verificar que ela fala de um Deus de vivos e não de mortos. Deviam deixar de lado um modo de pensar falso e sofisticado, sem fundamento. Pois, se Deus vive e é Deus dos vivos, aqueles aos quais ele ama haverão de viver, igualmente, para sempre. Tal é o fundamento da ressurreição dos mortos.

Oração
Pai, és Deus da vida e Deus dos vivos, e queres todos os seres humanos em comunhão contigo para sempre. Ajuda-me a viver, já nesta vida, esta comunhão eterna.

(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Sobre as Oferendas
Com alegria, Senhor, nós vos oferecemos os frutos da terra, a fim de que, pelo sacrifício que vosso filho ofereceu por todos, nos concedais a bênção e a santidade. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da Comunhão
Fostes vós que permanecestes comigo nas minhas tribulações. E eu disponho do reino para vós, diz o Senhor. No meu reino comereis e bebereis à minha mesa (Lc 22,28ss).
Depois da Comunhão
Senhor, que os vossos fiéis vivam na fé e na caridade, pois repartem com os irmãos o pão da vida, e, até a vossa vinda, bebam o cálice da salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

RELIGIÃO LITURGIA DIÁRIA Dia 18 de Novembro - Sexta-feira

XXXIII SEMANA DO TEMPO COMUM (Verde – Ofício do Dia)

Antífona de Entrada
Meus pensamentos são de paz e não de aflição, diz o Senhor. Vós me invocareis, e hei de escutar-vos, e vos trarei de vosso cativeiro, de onde estiverdes (Jr 29,11s.14).
Oração do dia
Senhor nosso Deus, fazei que a nossa alegria consista em vos servir de todo o coração, pois só teremos felicidade completa servindo a vós, o criador de todas as coisas. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Leitura (Apocalipse 10,8-11)
Leitura do livro do Apocalipse de são João.
10 8 Então a voz que ouvi do céu falou-me de novo, e disse: “Vai e toma o pequeno livro aberto da mão do anjo que está em pé sobre o mar e a terra”.
9 Fui eu, pois, ter com o anjo, dizendo-lhe que me desse o pequeno livro. E ele me disse: “Toma e devora-o! Ele te será amargo nas entranhas, mas, na boca, doce como o mel”.
10 Tomei então o pequeno livro da mão do anjo e o comi. De fato, em minha boca tinha a doçura do mel, mas depois de o ter comido, amargou-me nas entranhas.
11 Então foi-me explicado: “Urge que ainda profetizes de novo a numerosas nações, povos, línguas e reis”.
Palavra do Senhor.
Salmo Responsorial 118/119
Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!

Seguindo vossa lei me rejubilo
muito mais do que em todas as riquezas.

Minha alegria é a vossa aliança,
meus conselheiros são os vossos mandamentos.

A lei de vossa boca, para mim,
vale mais do que milhões em ouro e prata.

Como é doce ao paladar vossa palavra,
muito mais doce do que o mel na minha boca!

Vossa palavra é minha herança para sempre,
porque ela é que me alegra o coração!

Abro a boca e aspiro largamente,
pois estou ávido de vossos mandamentos.
Evangelho (Lucas 19,45-48)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem (Jo 10,27).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
19 45 Naquele tempo, Jesus entrou no templo e começou a expulsar os mercadores.
46 Disse ele: "Está escrito: A minha casa é casa de oração! Mas vós a fizestes um covil de ladrões".
47 Todos os dias ensinava no templo. Os príncipes dos sacerdotes, porém, os escribas e os chefes do povo procuravam tirar-lhe a vida.
48 Mas não sabiam como realizá-lo, porque todo o povo ficava suspenso de admiração, quando o ouvia falar.
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
UM COVIL DE LADRÕES
            A situação em que se encontrava o templo de Jerusalém fez Jesus relembrar as palavras dos profetas do passado a respeito da sua função e da corrupção que se abateu sobre ele. O profeta Isaías havia anunciado a finalidade do templo: "casa de oração para todos os povos", por conseguinte, lugar do encontro dos filhos com o Pai, e não só de Israel mas também dos povos espalhados por toda a extensão da Terra. O profeta Jeremias, horrorizado com as abominações cometidas no espaço sagrado, comparou com um "covil de ladrões" o lugar onde o nome de Deus era invocado.
            Sendo "casa de oração" não se justificava o comércio instalado no templo, no tempo de Jesus. Seria ingênuo pensar que, por se desenvolver no recinto do templo e ter a finalidade de prestar um serviço aos peregrinos vindos de longe, o comércio aí fosse imune das mazelas próprias desta atividade. Pelo contrário, auferiam-se lucros abusivos, o ideal de serviço desaparecera dando lugar à exploração, a sacralidade do templo foi violada pelo afã de fazer comércio. Por conseguinte, o culto prestado a Deus pelos peregrinos de boa-fé desenrolava-se em meio a toda sorte de vilipêndio dos seus sentimentos mais sagrados.
            A atitude firme de Jesus, que chegou às raias da indignação, justifica-se pelo seu empenho de recuperar a verdadeira imagem de Deus, da antiga tradição teológica de Israel, e o verdadeiro sentido do espaço sagrado: ser lugar de oração.

Oração
Pai, dá-me a mesma coragem de teu Filho Jesus para combater toda sorte de aviltamento que se abate sobre teu templo santo, a pessoa humana.

(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Sobre as Oferendas
Concedei, Senhor nosso Deus, que a oferenda colocada sob o vosso olhar nos alcance a graça de vos servir e a recompensa de uma eternidade feliz. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da Comunhão
Para mim só há um bem: é estar com Deus, é colocar o meu refúgio no Senhor (Sl 72,28).
Depois da Comunhão
Tendo recebido em comunhão o Corpo e o Sangue do vosso Filho, concedei, ó Deus, possa esta eucaristia, que ele mandou celebrar em sua memória, fazer-nos crescer em caridade. Por Cristo, nosso Senhor.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

RELIGIÃO LITURGIA DIÁRIA - Dia 17 de Novembro - Quinta-feira

SANTA ISABEL DA HUNGRIA ESPOSA E RELIGIOSA (Branco, Prefácio Comum ou dos Santos – Ofício da Memória)

Antífona de Entrada
Vinde, benditos de meu Pai, diz o Senhor: eu estava doente e me visitastes. Em verdade vos digo, tudo o que fizestes ao menor dos meus irmãos foi a mim que o fizestes (Mt 25, 34.36.40).
Oração do dia
Ó Deus, que destes a santa Isabel da Hungria reconhecer e venerar o Cristo nos pobres, concedei-nos, por sua intercessão, servir os pobres e aflitos com incansável caridade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Leitura (Apocalipse 5,1-10)
Leitura do livro do Apocalipse de livro de são João.
5 1 Eu vi também, na mão direita do que estava assentado no trono, um livro escrito por dentro e por fora, selado com sete selos.
2 Vi então um anjo vigoroso, que clamava em alta voz: “Quem é digno de abrir o livro e desatar os seus selos?”
3 Mas ninguém, nem no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro ou examiná-lo.
4 Eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro e examiná-lo.
5 Então um dos Anciãos me falou: “Não chores! O Leão da tribo de Judá, o descendente de Davi achou meio de abrir o livro e os sete selos”.
6 Eu vi no meio do trono, dos quatro Animais e no meio dos Anciãos um Cordeiro de pé, como que imolado. Tinha ele sete chifres e sete olhos (que são os sete Espíritos de Deus, enviados por toda a terra).
7 Veio e recebeu o livro da mão direita do que se assentava no trono.
8 Quando recebeu o livro, os quatro Animais e os vinte e quatro Anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um uma cítara e taças de ouro cheias de perfume (que são as orações dos santos).
9 Cantavam um cântico novo, dizendo: “Tu és digno de receber o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste imolado e resgataste para Deus, ao preço de teu sangue, homens de toda tribo, língua, povo e raça;
10 e deles fizeste para nosso Deus um reino de sacerdotes, que reinam sobre a terra”.
Palavra do Senhor.
Salmo Responsorial 149
Fizestes de nós, para Deus, sacerdotes e povo de reis.
 
Cantai ao Senhor Deus um canto novo,
e o seu louvor na assembléia dos fiéis!
Alegre-se Israel em quem o fez,
e Sião se rejubile no seu Rei!

Com danças glorifiquem o seu nome,
toquem harpa e tambor em sua honra!
Porque, de fato, o Senhor ama seu povo
e coroa com vitória os seus humildes.

Exultem os fiéis por sua glória,
e cantando se levantem de seus leitos,
com louvores do Senhor em sua boca;
eis a glória para todos os seus santos.
Evangelho (Lucas 19,41-44)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: não fecheis os corações como em Meriba! (Sl 94,8).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
Naquele tempo, 19 41 aproximando-se ainda mais, Jesus contemplou Jerusalém e chorou sobre ela, dizendo:
42 “Oh! Se também tu, ao menos neste dia que te é dado, conhecesses o que te pode trazer a paz! Mas não, isso está oculto aos teus olhos.
43 Virão sobre ti dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, te sitiarão e te apertarão de todos os lados;
44 destruir-te-ão a ti e a teus filhos que estiverem dentro de ti, e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo em que foste visitada”.
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
REVIVENDO AS AMEAÇAS PROFÉTICAS
            As duras palavras de Jesus contra Jerusalém, cidade pecadora cuja vocação era a de ser Cidade Santa, fazia eco à pregação dos antigos profetas de Israel. Seu choro sobre a cidade, mais que com lágrimas, com soluços e gritos, como sugere o termo grego, é um claro indício da gravidade da situação.
            O profeta Isaías, falando da visita do Senhor a Jerusalém, refere-se à tristeza e à lamentação que se abaterão sobre a cidade ao ser entrincheirada por uma multidão de inimigos, numerosos "como poeira fina ou como a palha que voa".  Miquéias proclamou que Sião seria como um campo lavrado; Jerusalém tornar-se-ia um monte de escombros, e a esplanada do Templo, uma colina coberta de mato. Tudo isto por não ter dado ouvido aos apelos de Deus. O profeta Jeremias anunciou que seria declarada contra Jerusalém uma guerra santa, de modo que ela sucumbiria diante da pressão dos inimigos. Uma grande nação levantar-se-ia dos confins da Terra para punir a cidade infiel.
            Entretanto, as palavras proféticas caíram no vazio. O povo não lhes deu atenção.
            A visita a Jerusalém foi a derradeira chance que Jesus lhe ofereceu para se converter. Se tivesse usado o bom senso, teria obtido a salvação. Mas como se manteve obstinada no seu pecado, só lhe restava preparar-se para o castigo iminente. Sua dureza de coração fez com que os desígnios de Deus se mantivessem ocultos para ela.

Oração
Pai, dá-me o bom senso de acolher a salvação que me ofereces em teu Filho Jesus,. Desta forma, não incorrerei em castigo semelhante ao que se abateu sobre a Cidade Santa.

(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Sobre as Oferendas
Recebei, ó Pai, os dons do vosso povo, para que, recordando a imensa misericórdia do vosso filho, sejamos confirmados no amor a Deus e ao próximo, a exemplo dos vossos santos. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da Comunhão
Não há maior prova de amor que dar a vida pelos amigos (Jo 15,13).
Depois da Comunhão
Tendo participado com alegria do banquete da salvação, nós vos pedimos, ó Pai, que imitando a caridade de santa Isabel da Hungria, participemos com ela da vossa glória. Por Cristo, nosso Senhor.